Cielo
A companhia divulgou ontem lucro 3,5% menor no 1T11 em comparação ao 1T10, para R$424,7 milhões. No 1T11, a mesma capturou 1,059 bilhão de transações, um crescimento de 14,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O volume financeiro de transações totalizou R$ 70,2 bilhões, representando um acréscimo de 19,5% quando comparado aos R$58,8 bilhões no mesmo período em 2010. O custo dos serviços prestados foi superior em 23,8%, ou R$ 59,8 milhões, totalizando R$ 311,5 milhões no primeiro trimestre de 2011, comparado a R$ 251,7 milhões no mesmo período de 2010. As despesas operacionais aumentaram R$ 40,6 milhões, ou 40,9%, para R$ 139,9 milhões no trimestre terminado em 31 de março.
(FONTE: BRASIL ECONÔMICO, 04/05/2011 ÁS 20h41min)
Confab
A empresa reportou lucro líquido de R$ 31 milhões no 1T11, valor 13% superior ao ganho de R$ 27,4 milhões apurado um ano antes. O desempenho reflete o aumento das vendas de tubos no período. O volume vendido avançou 129% na base de comparação anual, para 69,3 mil toneladas, perfazendo uma receita de R$ 257,9 milhões. No mesmo sentido, a receita do negócio equipamentos, que inclui a fabricação e montagem, atingiu R$ 107,5 milhões no primeiro trimestre, uma expansão de 37%. Com isso, a receita líquida da empresa cresceu 57% em relação aos três primeiros meses de 2010, para R$ 365,4 milhões. Do lado negativo, a valorização do real sobre o dólar resultou em uma despesa de variação cambial calculada sobre a posição patrimonial da companhia de R$ 10,5 milhões e uma despesa líquida de contratos de moeda estrangeira futura de R$ 4,4 milhões. Mesmo assim, o Ebitda aumentou 82% em comparação ao 1T10, para R$ 63 milhões. No período, foram investidos R$ 12,5 milhões em um centro de treinamento, ultrassom de corpo da fábrica ERW (Negócio Tubos), desenvolvimento das roscas Hydril (Negócio Tubos) e finalização da construção de um novo pavilhão na planta de Moreira César (Negócio Equipamentos).
(FONTE: BRASIL ECONÔMICO, 04/05/2011 ÁS 11h29min)
Rodobens
A decisão da companhia de recomprar ações e de vender até 300 milhões de reais em participações que possui em Sociedades de Propósito Específico (SPEs), com fins exclusivamente imobiliários, devem impulsionar as ações, atacando o principal problema da empresa: o alto grau de alavancagem, avalia o Banco Fator. Do montante de 300 milhões de reais, a mesma já possui compromissos de venda para investidores de dois empreendimentos, no valor total de 180 milhões de reais. A liquidação dos negócios está prevista para este mês. Sobre a recompra de ações, a companhia informou que pretende adquirir até 2,261 milhões de ações ordinárias, equivalentes a 10% do capital em circulação.
A recompra terá duração de 180 dias. Esta operação “também deverá causar efeito positivo adicional no preço das ações”, projetam Silveira e Brandt.
(FONTE: PORTAL EXAME, 04/05/2011 ÁS 17h37min)
Tam
A companhia junto com a General Electric (GE) Aviation, anunciaram ontem parceria para
reforça atuação no mercado de aviação executiva. Com o acordo, a unidade da aérea brasileira se torna um Centro de Serviços Autorizados para os motores turboélice M601 e H80, da GE. Como parte do acordo, a TAM AE passa a oferecer aos usuários desses dois motores um pacote completo de manutenção, serviços de retirada e instalação e peças de reposição. Já a GE Aviation vai suprir a TAM AE com o apoio material completo e formação. (FONTE: PORTAL EXAME, 04/05/2011 ÁS 17h33min)
Vale
A Shell Brasil, subsidiária da anglo-holandesa Royal Dutch Shell no país, vai aplicar tecnologias de exploração do chamado gás não convencional, desenvolvidas no exterior, para explorar o insumo em terra, no Brasil, em parceria com a mineradora Vale. Presidente da petrolífera no país, André Araújo não revela valores do investimento, mas justifica o projeto, na Bacia do São Francisco, no norte de Minas Gerais, como consequência da maior importância que o gás alcançou para a empresa nos últimos anos. Em 2012, a produção do insumo pela Shell, no mundo, vai superar a de petróleo pela primeira vez na história.
(FONTE: BRASIL ECONÔMICO, 05/05/2011 ÁS 07h46min)
A estatal enviou uma carta de alerta à estatal petrolífera PDVSA, da Venezuela, cobrando o dinheiro que deveria aportar na construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Se a PDVSA quiser continuar como sócia da mesma no empreendimento, os recursos devem ser liberados até agosto. A informação foi dada pelo diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. Desde novembro do ano passado a Petrobras espera do governo venezuelano o dinheiro prometido para a refinaria pernambucana, que já tem 35% das
obras concluídas.
(FONTE: AGÊNCIA BRASIL, 04/05/2011 ÁS 17h08min)
As condições socioambientais impostas à estatal para implantar o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) vão custar cerca de R$ 1 bilhão. O valor foi informado ontem pelo secretário estadual do Ambiente do Rio, Carlos Minc, na primeira reunião do Fórum Comperj, criado em 2007. A estatal terá que bancar o plantio de 4 milhões de árvores; a oferta de água para a população da região de Itaguaí, onde se localiza o complexo; as obras de saneamento em Itaboraí e parte de Maricá; e a manutenção de uma área de preservação próxima ao polo. O plantio das árvores custará entre R$ 40 e R$ 50 milhões e o acordo será assinado em 10 dias.
(FONTE: AGÊNCIA BRASIL, 04/05/2011 ÁS 15h45min)
Vivo
A empresa comunicou ontem o desligamento do seu diretor-presidente, Roberto Oliveira de Lima, até o dia 30 de junho. Lima encerrará sua gestão de seis anos. A Vivo informará ao
mercado quaisquer novos fatos a respeito do assunto.
(FONTE: BRASIL ECONÔMICO, 04/05/2011 ÁS 16h19min)
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